terça-feira, 29 de novembro de 2011

LANDSAT-5 com problemas

De acordo com o site do INPE:

     "Em decorrência de problemas técnicos apresentados pelo satélite LANDSAT-5, a USGS suspendeu as atividades de imageamento do satélite por um período inicial de 90 dias."

    Através do site da USGS, os mesmos informam que ainda estão tentando ressuscitá-lo mas não parecem esperançosos...

    O LANDSAT-5 foi planejado pra operar por 3 anos e já estava com 27, realmente impressionantemente, mas um dia iriam acontecer problemas, aguardemos novas notícias.


Fonte: Aline Lopes, Engenheira cartógrafa, M.Sc. - IBGE - Diretoria de Geociências - Coordenação de Cartografia -Gerência de Imageamento

sábado, 26 de novembro de 2011

Países emergentes tomam a liderança na corrida espacial


      Depois de a nave russa Soyuz TMA-22 ter levado três tripulantes - um deles americano - até a estação espacial internacional (ISS, na sigla em inglês) na primeira quinzena do mês, agora são os estados unidos que se preparam para um lançamento. Neste sábado, a nasa colocará em órbita o foguete atlas v 541, que levará o robô Curiosity até marte para a mais moderna missão já enviada ao planeta. Contudo, quem tem se destacado na corrida espacial não são russos ou americanos, mas os chineses, que lideram o grupo de países emergentes que estão investindo na exploração do espaço.

    "É a vez dos emergentes terem uma maior participação nos programas espaciais. A china desponta como a nação que está mais engajada politicamente na conquista do espaço. A Rússia ainda é capaz de levar astronautas para o espaço, mas é muito criticada por usar uma tecnologia considerada ultrapassada. E a NASA aposentou o programa de ônibus espacial e ainda não conseguiu substituí-lo", afirma a coordenadora do centro de microgravidade da PUCRS, Thais Russomano.
     

      Para Russomano, as sucessivas crises financeiras mundiais e o surgimento de diversas guerras, que consumiram as economias dos países mais ricos, são as principais causas da nova fase da ciência espacial, algo bem distante da disputa travada por estados unidos e Rússia no passado.


Planos ambiciosos:
      Segundo a professora, a falta de tradição de certos países é superada pelo grande interesse na área. "a china está adiantada, enviando missões tripuladas ao espaço e investindo em planos ambiciosos, como o de possuir uma estação espacial própria e colonizar outros mundos. A agência espacial europeia também tem seu mérito e sempre integra grandes projetos internacionais, bem como faz o Japão. Ambos, porém, ainda não despontaram como líderes nessa área do conhecimento. Não podemos esquecer a índia, que tem um programa espacial audacioso, mas que não vejo despontando como a china", diz Russomano.


     Com US$ 2 trilhões de reservas estrangeiras, a china é o principal credor da dívida pública americana. O país mandou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003, tornando-se a terceira nação do mundo a fazer isso. E mais: eles prometem o primeiro chinês na lua entre os anos de 2020 e 2030. Já a índia colocou uma sonda na superfície lunar em novembro de 2008, e uma segunda missão poderá ser lançada no ano que vem, com satélites para marte também sendo considerados. Para Russomano, o momento é propício para o brasil investir também.

     "O Brasil deve aproveitar, investindo política, científica e economicamente na ciência espacial. Certamente, houve uma nova mudança no contexto internacional e o domínio da tecnologia espacial está mudando de mão. Americanos e russos não serão, nos anos por vir, os detentores da vanguarda nessa área. A china já deu sinais claros que quer uma fatia deste bolo. Cabe a nós decidirmos pelo futuro da ciência espacial brasileira", conclui.

     Seria importante para o Brasil investir em política espacial?



Extraído de: Terra

domingo, 20 de novembro de 2011

Rede social em Google Earth


     Pois é, existe, é portuguesa e chama-se YoubeQ seus responsáveis garantem ser "a primeira rede social a correr no Google Earth". O projeto foi desenvolvido de raíz pela iNovmapping, uma startup nascida na Universidade de Coimbra, que agora anuncia o lançamento do serviço.

    "Após os primeiros dias de lançamento", a rede social a 3 dimensões "conta já com utilizadores oriundos de 83 países", escreve a instituição, num comunicado à imprensa.

     As diferenças entre este serviço e sites como o Facebook ou LinkedIn reside na forma como é feito o contacto social, descrevem os responsáveis pelo projeto. "No youQ a abordagem é feita de forma inovadora porque é estabelecida uma relação das pessoas com os locais, permitindo conhecer o mundo através de viagens virtuais", afirmam.

     Segundo a empresa, formada por ex-alunos da Faculdade de Letras, trata-se de uma rede social muito intuitiva, "mais próxima da realidade".

     Enquanto, por exemplo, no Facebook são criadas páginas de uma instituição ou de um local, na YoubeQ os locais, monumentos, etc, são apresentados em modelação 3D, descreve Rogério Coelho, da iNovmapping.


imagem YoubeQ


     A entrada na rede social tem como cenário o Central Park, em Nova Iorque, e o utilizador é representado através de um avatar. Quando este percorrer o local vai cruzar-se com todos os outros avatares de utilizadores no mesmo local, podendo desencadear interações e estabelecer amizades.

     A qualquer momento é possível teleportar-se para qualquer outro ponto do planeta ou convidar um amigo a teleportar-se para determinado local para uma visita em conjunto, "permitindo a troca de impressões sobre os locais visitados", destaca o responsável.

     "A YoubeQ permite explorar o mundo rodeado de outras pessoas, que o vão ajudar a saber mais sobre os diversos locais do planeta, num ambiente 3D, com base no Google Earth". Aqui "todos os utilizadores serão guias, pois poderão ajudar os outros a conhecer melhor o mundo onde vivem", conclui Rogério Coelho.

     O serviço está, para já, disponível para utilização a partir dos browsers do computador, estando prometida para breve uma versão para acesso a partir de smartphones.

sábado, 19 de novembro de 2011

Em fim, Inpe formaliza acordo para uso de imagens de satélites em catástrofes


   International Space Inpe formaliza acordo para uso de imagens de satélites em catástrofes. Na terça-feira, 8 de novembro, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) formalizou seu ingresso no International Charter Space and Major Disasters, um consórcio de instituições e agências espaciais que fornece dados de 
satélites para gestão de desastres naturais em todo o mundo.    Antes mesmo de tornar-se membro oficial, em janeiro deste ano o Inpe acionou o Internacional Charter logo após as chuvas e deslizamentos que atingiram a região serrana do Rio de Janeiro. As imagens obtidas na ocasião contribuíram no gerenciamento de ações da Defesa Civil.

   O acordo entre o Inpe e agências espaciais europeia e francesa (ESA e CNES, nas siglas em inglês), fundadoras do International Charter Space and Major Disasters`, foi assinado durante a plenária anual do Comitê de Satélites de Observação da Terra (CEOS) realizada em Lucca, Itália, de 7 a 9 de novembro.

   Ao aderir ao Charter, o Inpe está mais preparado a ajudar a sociedade 
brasileira e internacional em caso de grandes catástrofes, declarou Gilberto Câmara, diretor do Inpe.

   Mapas produzidos a partir de dados de satélites do International Charter foram usados para orientar ações de resgate e avaliar conseqüências do terremoto e tsunami no Japão, no início deste ano, e do terremoto no Haiti, em 2010, entre outros desastres.

   Desde 2000, quando foi criado, o International Charter `Space and Major Disasters` beneficiou aproximadamente uma centena de países, em cerca de 300 episódios como terremotos, furacões, ciclones, inundações e incêndios, entre outros. Em 2010, foi aprovado o ingresso do Brasil no International Charter, ato agora formalizado. A partir do lançamento do CBERS 3, em 2012, o Brasil poderá ser também um ativo fornecedor de dados de satélites em ocasiões de calamidade.

Fonte: http://www.mundogeo.com.br

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Seminários online abordam a regularização de propriedades rurais


     Estar em dia com a legislação ambiental e poder ter acesso a financiamentos, licenças ambientais e outros mecanismos de fomento às atividades agrícolas. Esse é o objetivo do Cadastro Ambiental Rural (CAR), instrumento previsto no programa Mais Ambiente do governo federal e que consiste em um registro cartográfico dos imóveis junto às Secretarias de Meio Ambiente para detalhamento das áreas de preservação permanentes (APPs), de reserva legal e aquelas remanescentes de vegetação nativa.
     Para abordar como a tecnologia geoespacial vem contribuindo para acelerar a elaboração desse cadastro de forma eletrônica, além de destacar as principais aplicações de imagens de satélite para a área ambiental, a Astrium Geo e a Tecnomapas promovem nos dias 16 e 17 de novembro, às 11h, dois seminários online que poderão ser acompanhados gratuitamente pelos internautas.
     O primeiro evento, no dia 16, enfatizará as principais aplicações de imagens de satélite para o meio ambiente e como elas são utilizadas como base de conhecimento para projetos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD, na sigla em inglês). Já no dia 17 serão apresentadas ferramentas de geotecnologia que possibilitam a elaboração do CAR via internet, com destaque para o Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental (SIMLAM), já utilizado com sucesso por Estados como Pará e Mato Grosso, que possuem os maiores índices de adesão ao CAR do país. O Mato Grosso, por exemplo, já conta com o cadastro de 14.282 propriedades, o que representa uma área superior a 20 milhões de hectares.
     O seminário do dia 16 será apresentado por Michael Daamen, responsável pela área de suporte técnico de produtos da Astrium GEO Brasil e por Eric Sousa, desenvolvedor de negócios da empresa. Já no dia 17, quem conduzirá a apresentação será o gerente de tecnologia da informação da Tecnomapas, Rodrigo Soares Vital. Os participantes poderão enviar perguntas aos palestrantes por meio do chat e, após o webinar, serão enviados certificados digitais a todos que estiverem online na sessão.
Serviço:
1º Webinar: “Aplicações de imagens de satélite para o meio ambiente”
Data: quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Horário: 11h às 11h50
Inscrições: Clique aqui para se inscrever gratuitamente no webinar do dia 16
2º Webinar: “Sistemas ambientais em geotecnologia para CAR”
Data: quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Horário: 11h às 11h50
Inscrições: Para se inscrever neste seminário online gratuito, acesse este link.



Fonte: MundoGeo